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Arquivo da Categoria ‘Ateísmo-PT (o blog)’

Back in business

Quinta-feira, 29 de Março, 2012

Tenho andado afastado deste blog (para ser exacto, de blogs em geral) há um bom tempo, mas tem-me estado a apetecer voltar… e já vi que tenho muito para fazer, em relação a comentários, já que o blog parece estar cheio de comentários:

– copy & pastes de coisas tangencionalmente (ou nada) relacionadas com o assunto do post

– insultos e acusações parvas (ex. “vocês são mas é uns satânicos!”)

– anti-semitismos (!)

Vou ter de gastar algum tempo a tratar desses comentários. A maioria será simplesmente apagada, mas posso deixar alguns — com a devida resposta — para exemplificar a mentalidade de certas pessoas.

Vou também ver se actualizo as regras para comentários, em especial relativamente a copy & pastes gigantescos — muitas vezes feitos por quem nem entende o conteúdo dos mesmos, e não é capaz de responder a perguntas sobre eles. Não é que este tipo de comentadores olhe para regras, mas pode, raramente, haver excepções. 🙂

Imagino que esteja apenas a gastar os dedos, mas, please, aprendam a comentar. Respondam aos posts, ou a outros comentários. Ponham dúvidas, ou peçam explicações. Digam onde é que eu (ou o autor do comentário ao qual respondem) estou/está errado, e porquê. E deixem-se da imbecilidade de fazer copy & paste de monstruosidades sem sentido, muitas vezes nem sequer relacionadas com o post onde comentam. Ajam como adultos racionais, em vez de parecerem tipos de barba, com roupas sujas e rasgadas, em cima de caixas de madeira, com um megafone na mão.

O céptico na sala (música)

Quarta-feira, 30 de Março, 2011

Isto está lindo. 🙂 Grande letra, e grandes exemplos.

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Adoro o optimismo da conclusão, também. Já várias pessoas me perguntaram, por eu escrever sobre estes assuntos (se bem que o tenho feito menos nos últimos tempos, em parte por andar mais ocupado com o meu novo blog de temas “geeky”, Winterdrake), se eu acho (por vezes com uma atitude de “serás assim tão ingénuo?”) que o que escrevo neste blog, e o que já escrevia noutros no passado, alguma vez vai fazer alguém mudar de ideias, já que 1) as pessoas em geral não o fazem, ponto, 2) religiosos são especialmente difíceis e dogmáticos, tratando em geral as suas crenças como “tabu”, e 3) se eles próprios admitem que não é pelo uso da razão que têm as suas crenças, não são argumentos racionais que alguma vez os vão afectar.

Tudo isso é, em grande parte, verdade. Mas, sim, se sem dúvida não dá para atingir os fundamentalistas fanáticos, também há crentes “on the fence”, que começaram a duvidar das crenças em que foram educados desde bebés, mas que mesmo assim não fazem ideia de que livrar-se completamente delas é uma opção, que é possível ser-se um ateu (ou qualquer forma de “não-crente”) sem que isso faça de nós a) monstros imorais, e b) pessoas deprimidas, com vidas frias, cinzentas e sem objectivo. Às vezes, um mero exemplo pode fazer a diferença. Outras vezes, pode ser um argumento.

Da mesma forma, é possível que passem por aqui crentes que acham que chegaram à sua fé de uma forma racional, que respeitam o raciocínio e a lógica1. Infelizmente, em mais de um ano de existência deste blog, continuo à espera.), e que talvez reconsiderem as suas crenças se confrontados com o facto de que o raciocínio e a lógica são incompatíveis com tais crenças. Sim, sem dúvida que muitos aí escolherão rejeitar o raciocínio e lógica, rejeitar a mente… mas é possível que nem todos o façam. E uma pessoa libertar-se das suas crenças (coisa que me disseram que já aconteceu, noutro blog, anos atrás) já é bom, já fez tudo valer a pena.

  1. aliás, adorava um dia ter aqui comentários de algum crente capaz de argumentar com factos e lógica, em vez de simplesmente “pregar”, citar a Bíblia EM MAIÚSCULAS (o que obviamente é mais convincente), ameaçar-me com a Aposta de Pascal, ou tentar psicanalisar-me por eu falar destes assuntos (“obviamente, precisas de te sentir superior… ah, e és ateu porque odeias Deus por causa de uma má experiência na infância!”) []

Ao maluquinho do 189.69.21.176 …

Quinta-feira, 9 de Dezembro, 2010

… por favor, deixe de fazer comentários completamente insanos e “divagantes”, cheios de longos parágrafos em maiúsculas, totalmente desprovidos de conteúdo, e sem ser relacionados com o tema dos posts. E 8 em menos de um dia.

É óbvio que tais comentários serão apagados, uma vez que 1) violam as regras para comentários, e 2) não dizem absolutamente nada (e repare-se que não digo “nada de interesse” ou “nada correcto”; é nada mesmo). Mas são incómodos.

Continuo à espera, neste blog, do primeiro comentário minimamente coerente da parte de algum crente. “Coerente”, aqui, significa apresentar a sua posição e justificá-la. Isso é assim tão difícil? Dizer “estás errado em X, porque Y”, ou mesmo “acredito em X, porque Y”? Bolas, no blog em inglês aparecia algum assim de tempos a tempos. O que se passa com os crentes portugueses e brasileiros? São assim tão obcecados pelo copy & paste de diarreias verbais bizarras? 🙁

Resposta a duas críticas

Terça-feira, 11 de Maio, 2010

Recebi, ontem e hoje, duas críticas relativamente a este blog através do Twitter, às quais já respondi, precisando de uns 7 tweets. Mas quero responder-lhes aqui também, com um pouco mais de espaço comparativamente ao Twitter, e de forma a que as respostas fiquem disponíveis no blog, já que é possível que as críticas em questão façam sentido para outros visitantes no futuro.

A primeira é esta: que o nome do site é incorrecto, porque ateísmo é apenas a ausência de crença em um deus ou deuses, e o que eu faço aqui é “activismo anti-religião”.

Relativamente a isso, sim, é um facto que a definição estrita de ateísmo é essa, mas também é válido ver-se a coisa de uma forma mais lacta. Para mim, bem como para muitos, o ateísmo está associado ao cepticismo, ao humanismo e à racionalidade, e o site dedica-se (entre outras coisas) a promover esses conceitos. “www.ateismo-humanismo-cepticismo-e-racionalidade-pt.com” seria demasiado longo 🙂 , além de que a ideia do nome de um site não é ser descritivo, é apenas um título, uma “marca”, uma designação.

A segunda crítica é que “uma coisa é criticar os actos feitos em nome de uma religião, ou através dela, mas pôr tudo dentro do mesmo saco é errado.”

Acho que aqui o autor da crítica está a confundir 1) críticas minhas a actos e instituições, onde claramente critico apenas os autores dos actos e/ou membros das instituições em questão, com 2) argumentação lógica contra crenças religiosas propriamente ditas, irracionalidade, “wishful thinking”, etc., em que, sim, estou a criticar as crenças de muita gente que nunca fez mal a ninguém por causa delas, mas criticar crenças — por muito “íntimas” que sejam — não é um ataque! Não é, sequer, uma condenação. É um simples “estás errado, porque…”, que para qualquer outro tema seria aceite (concordando ou discordando) sem problemas.

Quando argumento contra a “lógica” de determinadas crenças ou argumentos religiosos (por exemplo, “tem de existir Deus, caso contrário como é que o universo existe”, ou a Aposta de Pascal, ou menciono o facto de a crença de 99% dos crentes ser apenas produto de um acidente geográfico, ou critico a falta de cepticismo e racionalidade de alguém), não estou a “atacar” ou condenar ninguém, estou apenas a criticar ideias que considero erradas, justificando a minha crítica com factos e lógica (que podem muito bem estar errados, note-se). Da mesma forma que aceito perfeitamente que me digam que estou errado nalguma coisa.

O que não aceito é que as crenças religiosas exijam para si próprias uma posição especial, intocável, acima de qualquer crítica, ou que se torne essas crenças inseparáveis dos próprios crentes, de tal forma que qualquer crítica a uma crença ou ideia é vista como um ataque pessoal a todos os seus crentes. Isso não só não faz sentido, como é cobarde — é, de certa forma, uma admissão de que as crenças e ideias religiosas não são capazes de “ir à luta”, de se demonstrar logicamente coerentes, de competir no mercado de ideias, e que por isso precisam de protecção especial, quase criminalizando (em teocracias muçulmanas tira-se o “quase”) o mero acto de as questionar ou criticar.

E para aos crentes que estejam sempre prontos a ofender-se pessoalmente com uma simples crítica às suas crenças e ideias: se estivessem realmente confiantes relativamente às mesmas, não reagiriam assim. Pelo contrário, estariam prontos a “ir à luta” de ideias, confiantes em ter os factos e a lógica do vosso lado, não tendo necessidade de exigir protecção ou “respeito” especiais para as vossas crenças pelo simples facto de serem crenças religiosas. E isto devia fazer-vos pensar um pouco…

O regresso da vingança do FAQ

Terça-feira, 2 de Março, 2010

Sim, como já imaginava, o FAQ de Ateísmo ainda não “acabou”. Já previa que eventualmente me fosse lembrar de (ou ser confrontado com) mais perguntas / afirmações frequentemente feitas, e recentemente deparei-me com mais duas. Uma num comentário bastante parvo de um crente no Portal Ateu (num post já com meses), outra num blog agregado no Planet Atheism, e outra de que simplesmente me lembrei, mas que vi muito no passado.

Hoje estou meio ocupado, mas espero tratar disto nos próximos dias. Mas posso mencionar já as questões, por alto:

1- “O ateísmo / materialismo não explicam o amor / a amizade / o bem e o mal / a poesia / a beleza / os números irracionais na matemática / <outro exemplo de conceito humano abstracto>, logo estão errados / Deus existe!”

2- “Esse vosso ateísmo não passa de uma fase de rebelião, já que, lá no fundo, toda a gente sabe que Deus existe.” (parecido com esta entrada, mas não é bem a mesma coisa; o foco aqui é o “lá no fundo toda a gente sabe”).

3- “‘Ateu’? Não queres dizer agnóstico? Ateísmo não implica uma certeza dogmática sobre algo que não podemos saber? E não é melhor ser-se só agnóstico, ‘just in case’?”

 
Mais uma vez, se 1) como crentes, tiverem alguma questão que eu não tenha abordado no FAQ, ou 2) como ateus, se lembrarem de questões postas por crentes em conversas convosco, é só comentarem aqui.

EDIT: mais um:

4- “Os ateus hoje em dia são tão militantes e fanáticos como os crentes!”

FAQ de Ateísmo: o fim (por agora)

Terça-feira, 23 de Fevereiro, 2010

E assim acaba o FAQ de Ateísmo… para já. É possível que no futuro me venha mais alguma pergunta destas à memória, ou note um número razoável de repetições da mesma pergunta / afirmação em comentários a posts, de forma que justifique passar das actuais 24 entradas.

Para quem se tenha surpreendido com a velocidade a que o FAQ foi escrito, tenho de confessar uma coisa: quase metade dele já estava escrito em inglês, por mim, aqui: Atheism FAQ. Traduzir é mais rápido do que “criar”… e eu escrevo relativamente depressa, além de andar com algum tempo livre no trabalho. Mesmo assim, expandi ou melhorei várias das entradas, já que a maior parte delas tinham sido escritas em 2007, e uma pessoa naturalmente evolui com o tempo. No fim, mais de metade do FAQ foi escrito agora; o resto foi traduzido (com melhorias, clarificações, etc.) das entradas originais.

Talvez um dia destes tenha paciência para traduzir as novas entradas para inglês, e completar assim o outro FAQ. 🙂

Assim sendo, a média de posts por dia vai provavelmente baixar, a partir de hoje (podem suspirar de alívio). Até porque tenho andado bastante focado só neste blog, para detrimento dos outros (há uns projectos que quero ressuscitar, como por exemplo um certo blog de desenvolvimento pessoal). Mas, naturalmente, vão continuar a haver novidades aqui — tanto divagações minhas, como comentários a actualidades relacionadas com este tema.

Se, como crentes, tiverem alguma questão que não tenha sido respondida no FAQ (e que não seja um insulto ou uma “boca” infantil), ou em alternativa, como ateus, se lembrarem de alguma pergunta ou afirmação frequente da parte de crentes à qual tivesse piada responder, estejam à vontade para comentar.

A seguir: FAQ de Ateísmo

Segunda-feira, 15 de Fevereiro, 2010

Hoje, e durante os próximos dias, vai ser elaborado aqui um FAQ sobre ateísmo: basicamente, uma lista de perguntas (frequentemente feitas por crentes, muitas vezes sob a forma de acusações), e respectivas respostas. Cada par pergunta/resposta será um post, que aparecerá normalmente no blog, mas haverá também uma página de “índice” dos mesmos (com links, é claro), na barra lateral do blog.

A ideia é quando, num post sobre qualquer assunto relacionado, algum crente, ignorando o post em si, fizer daqueles comentários que imagina serem incrivelmente originais e capazes de deixar qualquer ateu sem resposta, como “porque é que odeias Deus?” ou “como é que podes ser um ateu, se não é possível provar que Deus não existe?”, ou, tããão original, “se eu acreditar e estiver errado não me acontece nada, mas se tu estiveres errado tens uma eternidade de sofrimento; logo, mais vale acreditar”, eu poder responder simplesmente com o link para a resposta em questão, e poupar tempo e esforço.

Idealmente, os possíveis comentadores lerão a FAQ antes de comentar, para dessa forma não repetirem o que os seus últimos 20 colegas disseram… ideia muito ingénua da minha parte, eu sei, afinal isto é a Internet. 😛

"Se não acreditas, porque é que te importas tanto com o assunto?"

Quinta-feira, 11 de Fevereiro, 2010

Ou, mais especificamente:

“Se não acreditas em Deus, porque é que escreves tanto sobre o assunto? Para quê escrever tanto, gastar tanto esforço e tanto latim com algo em que não acreditas? Eu também não acredito no Pai Natal, mas nunca criaria um blog para dizer – de centenas de formas diferentes – que o Pai Natal não existe…”

Dito assim, a crítica até parece fazer sentido, não é? 🙂

A comparação que eu posso fazer, em resposta, é com o analfabetismo, ou, mais precisamente, o combate ao mesmo. Tu (sim, tu aí) não estás, imagino, realmente preocupado com a questão do analfabetismo no país / mundo (se bem que, ao contrário da religião, provavelmente não hesitarás em dizer que reduzi-lo é uma boa ideia). Não te afecta directamente. Não és analfabeto, as pessoas à tua volta quase de certeza que também não o são, e se tiveres filhos é claro que queres que eles aprendam a ler, mas não é uma questão pertinente. Não é, em resumo, uma preocupação tua. Não é algo em que alguma vez penses, a não ser que calhe leres ou ouvires uma notícia relacionada.

No entanto, apesar dessa tua falta de interesse directo, aposto que não contestarias a legitimidade da existência de uma organização – ou mesmo uma única pessoa – dedicada ao combate ao analfabetismo.

Se conheceres uma pessoa envolvida numa campanha de combate ao analfabetismo, não te vais rir na cara dela, dizendo-lhe “que preocupação parva que tens! Tu já sabes ler, porque é que te importas com essa questão? Se não és tu próprio analfabeto, como é que o analfabetismo te pode incomodar, ou até preocupar?”

A causa do combate ao analfabetismo pode não ser tua (e nem tem de ser, de forma alguma), mas não a criticarás nos outros, aposto. Ou seja, sem dúvida que não vais escrever um blog ou criar um site ou uma organização de combate ao analfabetismo… quase de certeza que nem vais ler ou participar num site desses… mas não vais criticar a legitimidade de tal site ou organização existir, pois não? Se por acaso fores parar a um site desses, aposto que não vais deixar lá um comentário que o autor é um maluquinho / fanático porque, afinal, já sabe ler – o que é que lhe importa que outros não saibam?

E, além disso, não vais (a não ser que sejas, desculpa dizer, um idiota) dizer que, como há problemas no mundo bem maiores que o analfabetismo, não é legítimo uma pessoa importar-se com esse problema e tentar fazer algo para o resolver. O típico “há criancinhas a morrer à fome, e tu importas-te com isso?!?” é algo absurdamente arrogante. É que nem tu, nem eu, nem ninguém tem autoridade moral para dizer a outra pessoa: “este aqui é o maior problema no mundo, logo é estúpido / imoral / whatever preocupares-te com qualquer outro, enquanto este existir.”

Ora, eu acho – isso é outra guerra, e posso estar certo ou estar errado, mas de uma forma ou de outra isso depende dos factos, da realidade – que a religião é um problema muito maior no mundo do que o analfabetismo. Não vou dizer aqui as minhas razões para achar isso (é só lerem outros posts), mas a questão é que o acho. Daí importar-me com a questão, e querer fazer alguma coisa.

Isto não me define. Não é a “causa da minha vida” (afinal, tenho blogs desde pelo menos 2004, e criei este só em 2010), não é a coisa mais importante nela. Tenho interesses, preocupações e “causas” que são mais importantes para mim do que isto. Mas não me digam que não é legítimo importar-me com esta questão, e que fazê-lo me torna um “fanático”, um “maluquinho que passa os seus dias a dizer para o mundo que não acredita no coelhinho da Páscoa”, ou coisas do género.

Bem-vindos/as ao Ateísmo-PT

Quinta-feira, 11 de Fevereiro, 2010

Alguma informação:

  • Todos os posts anteriores a este foram escritos por mim (Dehumanizer), ao longo de vários anos, no meu blog pessoal, As Ostras vão dominar o Mundo!. As versões originais continuam lá, com os respectivos comentários, que não copiei para aqui porque os autores dos mesmos não permitiram explicitamente a duplicação dos seus comentários num segundo blog.
  • Eventualmente os comentários passarão a ser automaticamente fechados para posts com mais de X dias (estou a pensar em 60), já que esses são quase sempre spam automatizado. Mas como o blog acabou de ser lançado, e é possível que alguns visitantes leiam posts antigos pela primeira vez e lhes queiram responder, neste momento (e por tempo indefinido) os comentários são permitidos em todos os posts.
  • Várias partes do site, como regras detalhadas para comentários (as existentes são copiadas do Ostras) e um FAQ sobre ateísmo, para não falar do óbvio (o theme) serão elaboradas nos próximos dias.
  • Não devia precisar de o dizer, mas considerando grande parte das respostas que tive no outro blog… se quiserem responder, façam-no de forma cortês, educada e racional. Respondam ao post em questão, se possível dizendo onde é que estou errado e porquê, em vez de fazerem o que foi o “pão nosso de cada dia” no Ostras:
    • ataques pessoais;
    • críticas não ao que escrevi, mas ao simples facto de o ter feito (basicamente um “cala-te, não tens o direito de escreveres / te importares com isto”), como por exemplo o “se escreves tanto sobre isto, é porque és tão fanático como eles, ou tens algum trauma de infância…”;
    • “straw man attacks”, isto é, pôr palavras na minha boca (“o que tu queres é mas é…”) e depois responder a elas, em vez do que efectivamente escrevi.

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